Ora então e porque para começar começa-se logo pelo início, calculei que em vez de mais pa-ta-ti-pa-tá-tás sobre o perfil das meninas, fosse mais prazeiroso para vocês caros leitores e para a minha parceira de crime, um contozito, assim em jeito de rapidinha..
Vou contar-vos não a minha primeira vez, mas uma história com algum tempo, do início de faculdade.
Esta ficava a 70km de casa, pedi então à minha tia que vivia bem perto se podia passar lá a semana enquanto estudava.
Tanto ela como o companheiro Marco receberam-me de braços abertos.
Nessa altura havia um rapaz que estudava comigo que era o Rui. Era um sacana na cama, sempre pronto e disposto...
Estávamos completamente excitados no escuro da garagem a ouvir o ruído dos nossos corpos a bater.
Já não era a primeira vez que dávamos um rapidinha em casa da minha tia, mas naquele dia o Rui tinha aparecido sem avisar e quando o vi à porta fiquei em pânico que o meu tio chegasse a qualquer momento, tinha saído para buscar uns documentos ao trabalho e não devia demorar muito.
Mas a tesão foi maior que a preocupação e assim que me imaginei nos braços dele, esqueci tudo.
Eu não tinha tirado a roupa na garagem, só afastei a tanguinha para o lado, os seios para fora do soutien e dei-me toda ao Rui. Depois foi só por tudo no sitio, vesti a roupa e levei-o apressada até ao portão.
Quando voltei é que reparei o quanto tinha a tanguinha encharcada de mim e dele.
A casa de banho mais próxima era a da Júlia a empregada, tirei a tanga toda melosa e mandei-a para o chão. Tomei um duche rápido e mesmo quando estou a terminar ouço o Marco a pôr o carro na garagem. Corri toda nua para o meu quarto.
Quando o Marco entrou chamou logo por mim, disse-lhe que estava quase pronta e já descia.
Bati-lhe com a porta na cara e fui fazer as compras. Já ia a caminho quando me lembrei da tanguinha que deixei na casa de banho da Júlia e voltei preocupada. Entrei sem fazer barulho, na esperança do Marco nem dar por mim. Quando chego ao pé da porta ouço que ele está lá com a porta entreaberta. Espreito e vejo-o sentado a masturbar-se na borda da banheira com a minha tanga encharcada numa mão e o pénis firme e luzidio na outra.
Fiquei ali a olhar com um misto de espanto e excitação, até que desatei a correr para fora de casa, antes de chegar à porta dei um valente pontapé no sofá que me fez gemer de dor. Ouvi o Marco a bater com a porta, ele tinha dado por mim...
Depois de arrumar as compras na cozinha, fui novamente à casa de banho e lá estava ela, a minha tanga atirada para o chão, mais molhada do que a deixei. O calor, aquela imagem que não me saia da cabeça, a tanguinha toda melosa tudo me estava a deixar com uma tesão que era impossível acalmar.
Fui para o meu quarto e vesti uma tanguinha de renda, um top branco e uma mini saia de ganga e os meus flip flops. Quando entro na cozinha tive vontade de fugir, um pânico que me tirou o ar, o Marco estava lá. Senti o meu peito enrijecer de tesão e fiquei completamente molhada quando ele olhou para os meus mamilos descaradamente e pergunta:
A voz saiu rouca, mas decidi enfrentá-lo. Fui até ao congelador com os olhos dele cravados em mim, tirei dois cubos de gelo, um para o meu copo, o outro passei pelos lábios e disse:
Estou a olhar para ele com a minha cara mais safada, com gotas de agua do gelo derretido a escorrer-me para o decote e a minha tia chega. Foi como um banho de água fria e dei-me conta da realidade...que estava eu a fazer? Só podia ser doida, sim definitivamente não podia estar bem da cabeça.
Ao jantar pedi-lhes para trazer o Rui lá a casa, ele vinha visitar-me e gostava que ficasse a dormir connosco.
Depois de todas as recomendações e caras de amuado do Marco, lá ficou combinado que o Rui dormiria comigo na sala e que não podíamos abusar. Eles foram para cima e eu e o Rui sentámo-nos no chão da sala a ver um filme que já não me recordo qual era. Entretanto levanto-me bem devagarinho para que veja a minha tanga e digo-lhe que vou buscar um vinhozinho para nós.
O Rui puxa-me para baixo e desata a beijar-me o pescoço, e não perdeu tempo a enfiar as mãos debaixo da minha saia. Disse-lhe ao ouvido hoje masturbei-me a pensar em ti...ficou maluco, enfiou dois dedos dentro de mim, mordeu-me a orelha. Até que me libertei e disse:
Mal me sentei com o vinho e os copos, o Marco passa para a cozinha com cara de poucos amigos.
Pusemos o lençol por cima de nós e ficámos por baixo, com a luz da tv a iluminar-nos e o Rui a querer saber tudo e mais alguma coisa sobre as minhas relações sexuais anteriores. E eu contei, com o efeito do vinho e paixão que sentia por ele, ficou todo delirante por saber que era o meu terceiro parceiro.
Já não aguentava, e desatei a beijar aquela boca linda e sexy num beijo molhado e demorado.
Ele despiu-se todo e tirou-me a roupa.
Lembram-se que lhe disse que podia fazer o que quisesse comigo à noite? Pois é, promessas são dívidas. Desci para beijar aquele pénis duro e latejante. Chupei aquele pau como se a minha vida dependesse disso, enquanto ele gemia e me beliscava os mamilos.
Pegou em mim e lambeu-me os mamilos, o ventre até parar na minha vagina aparada, rosada e excitada. Penetrou-me com a língua, lambeu-me o clitóris enquanto eu me contorcia de tesão e gemia completamente esquecida dos meus tios. Ele já quase não aguentava, mas lambeu-me até eu explodir na boca dele e ficou a ver-me cheia de prazer, a contorcer-me de luxúria.
Vinguei-me dele, lambi o pénis, os testículos, cuspi, mamei, até que não aguentou mais e se veio na minha boca. Continuei a chupar até ficar pronto outra vez.
Pus-me de quatro e pedi para usar e abusar.
Depois de me lubrificar, de passar saliva e língua, de enfiar um e dois dedos, penetrou-me de uma vez só, sem dó nem piedade.
Nem me lembrava dos meus tios e o meu amor começou a dar estocadinhas até a dor desaparecer e transformar-se em muiiitoooo prazer.
Estávamos a pingar de suor e tesão. Eu como sempre dava um escândalo dos diabos de tão alto que gemia. O Rui não parava de me virar em todas as posições e fodia, fodia. Levantei-me e sentei-me com as pernas nos ombros dele até sentirmos os espasmos de um orgasmo fantástico.
Estávamos felizes e completamente satisfeitos, de sorriso parvo na cara, os corpos tombados e ofegantes, com as mãos entrelaçadas. A sala a cheirar a vinho e a sexo, o Rui a dizer que comeu a gaja mais boa rs e eu sentia-me apaixonada. Vestimo-nos e dormimos.
No dia seguinte, quando acordei, o Rui já não estava lá, fiquei chateada, nem um beijinho de despedida. A minha tia não estava e o Marco também não. Fui para o banho a sorrir, tinha o corpo e os músculos doridos. Estava toda partida mas até cantava. Decidi antes de tomar banho arrumar a casa, a minha tia já não tinha mãos a medir. Como estava sozinha andava pela casa de tanguinha apenas.
Estava a aspirar o sofá, virada de quatro quando olhei para trás e apanhei um susto que me fez gritar, o Marco na entrada da sala a olhar para mim e eu ali sem me poder tapar. Ele tirou o casaco e mandou-o para uma cadeira. A minha reacção foi de correr imediatamente, fiquei apavorada, tentei ir para o meu quarto, mas ele agarrou-me e beijou-me possessivamente. As nossas línguas entrelaçavam-se enquanto ele me apertava os seios, duros de excitação, ele desceu e beijou-me o pescoço até chegar aos mamilos e começou a sugá-los. Eu gemia e contorcia-me passando-lhe as mãos pelo cabelo. Ele tirava a roupa e beijava-me, beijos, mordidelas e lambidelas e de repente ele falou e isso fez-me pensar no que estava a fazer.
Fiquei enojada, dei-lhe um estalo, mas nem assim ele me largava.
Rasgou-me a tanga, mandou-a para o chão e enfiou um dedo dentro da minha vagina.
Ele insultava-me, apalpava-me e insinuava que o Rui não era homem para mim, ao que lhe respondia que o amava e que ele nunca saberia o que é um homem a sério.
Ficou ainda mais irritado, puxava-me os cabelos enquanto tirava o pénis para fora e se masturbava a olhar para a minha vagina.
Puxou-me as pernas, as coxas para cima e para fora e deixou-me completamente vulnerável.
Aí aconteceu o pior de tudo e o mais confuso. Como podia estar a sentir prazer, com aquele homem e ao mesmo tempo estar tão apaixonada pelo Rui?!
Comecei a sentir um tesão imenso, incontrolável, que me deixou toda molhada. O meu corpo começou a responder a algo que eu não queria. Ele apercebeu-se da minha entrega e começou a dar estocadas mais fortes e rápidas, deixando-me maluca.
Ele tinha o pénis duro, grosso e eu a imaginar como ia aguentar aquilo depois da noite anterior. Precisava resistir, tinha de aguentar, mas o que podia fazer, ele era o dobro de mim.
Ele começou a movimentar-se de forma a fustigar o meu clitóris. Senti um tremor maluco, não queria mas ao mesmo tempo queria dar-me toda e sentir o imenso tesão que aquele homem me dava.
Tentei resistir novamente, tentei fechar as pernas, empurra-lo para longe de mim, mas não dava, ele era enorme, eu estava completamente molhada, Marco nem sentiu dificuldade em entrar dentro de mim. E nesse momento relaxei, não contive mais o tesão e gemi.
Não consegui evitar os gemidos de prazer, o que lhe deu ainda mais tusa. As estocadas eram tão fortes que me provocavam dor e um intenso prazer. Mas tinha que evitar a todo custo o orgasmo. Não, não lhe podia dar isso. Mas tão depressa pensei nisso, como tão depressa senti que não conseguiria aguentar. Senti uma sensação desde raiz dos cabelos e das pontas dos pés, o corpo a contrair-se até chegar à zona do ventre, libertando-se em prazer extremo.
Mordi-lhe o ombro e gritei:
E tivemos um orgasmo juntos, intenso, como nunca tinha experimentado.
Beijei-o, sorri-lhe e dei-lhe um estalo que o deixou marcado.
Dois dias depois mudava-me para casa da Cátia...uma loirinha de peito farto, que também tem muita muita história...mas isso fica para outro conto.
Lia Moon